É PRECISO SABER VIVER

Jó 21.1-34

Introdução: Não basta apenas viver. É preciso saber viver. O que é a vida sem se saber vive-la? Como Roberto Carlos canta:”é preciso saber viver”. Para que se saiba viver é preciso algumas coisas aprender…

  1. É PRECISO APRENDER RESPEITAR QUESTÕES PESSOAIS (vs.1-4)
  • São questões do indivíduo com Deus e mais ninguém.
  • É o mesmo princípio do adágio popular: “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”.
  • Disse Paulo: “cada um dará conta de si mesmo a Deus”.

  1. É PRECISO APRENDER QUE DEUS E A VIDA TRATAM CADA UM COMO INDIVÍDUOS E NÃO COMO GRUPOS (vs. 5-13, 17-21)
  • Cada ser humano é UM para Deus!
  • Cada ser humano é uma personalidade insubstituível.
  • Pode-se ter transferências de males como influencia numa família, mas não há castigo nos filhos pelos pecados dos pais, v.19; Ez 18.2.

  1. É PRECISO APRENDER QUE A EXISTÊNCIA E A EXPERIÊNCIA COM O MAL NÃO SIGNIFICA ABANDONO DE DEUS (vs. 14-16)
  • Males e bens acontecem à gente boa e má!
  • Não podemos nos converter a um deísmo desesperador.
  • Deus não abandonou sua criação!

  1. É PRECISO APRENDER QUE NÃO SABEMOS NADA DO MISTÉRIO DE DEUS E DO DEUS DO MISTÉRIO (vs. 22-34)
  • Ou seja: O Deus do Mistério é Deus! O deus da explicação é “um deus”.
  • Por isso o justo vive da fé e não por vista (2 Co 5.7).
  • Vamos tentar não tentar entender Deus!

Conclusão: Se quisermos uma vida melhor temos que admitir que é preciso saber viver.

QUE HOMEM DEUS VÊ? HOMEM COLETIVO OU HOMEM SUBJETIVO?

Jó 22.1-30

Introdução: Ainda transgredimos na atitude de avaliarmo-nos e avaliarmos os outros nos aspectos coletivos. Ou seja: aquilo que se é diante dos outros e junto aos outros. Deus nos avalia na subjetividade. Aquilo que somos sozinhos, no interior do coração, da alma, no pensar, sem os olhares dos outros. Elifaz insiste em acusar Jó no argumento da auto-justificação, por avaliá-lo como homem coletivo.

  1. O QUE SE ESPERA E COBRA DO HOMEM COLETIVO
  1. Que ele seja infalível em suas relações com o próximo, vs.1-11. Que se tenha socorrido e ajudado todo mundo sem restrições.

  1. Que se mantenha a boa aparência e boa política. O que sou quando estou só?

  1. Que ele relacione-se com Deus como um Deus que só vê a aparência; não a essência, vs.12-14; Is 66.1,2.

  1. Que problemas, desafios e sofrimentos são sinal de juízo divino ou presença de pecado, vs.19-20. Ou seja: que a relação com Deus é na base da troca.
  2. O QUE É O HOMEM SUBJETIVO A QUEM DEUS VÊ
  3. É o que Deus vê pelo coração; não pela ação, vs.12-14,22.
  4. É o que tem paz/presença de Deus, vs.21,23.
  5. É o que se submete a vontade de Deus acima de sua própria, vs.22.
  6. É o que ama a Deus acima de tudo, vs.24.
  7. É o que tem prazer em Deus mais do que tudo, vs.26; Sl 63.3.
  • É o que sabe que todo bem que recebe é “imerecido”, não se magoando com Deus, mesmo que se queixando, quando o mal o visita.
  • A consciência da Graça não explica a tragédia, mas a descatastrofiza!, Rm 8.28,29.
  1. É o que vive e age sob um propósito, vs.27,28.
  2. É o que influência positivamente vidas ao seu redor, vs.29,30.

Conclusão: 1) Pare de pensar que Deus vê o homem coletivo ao invés do subjetivo. Aparência só impressiona homens, nunca a Deus!; 2) Pare de olhar-se como homem coletivo. Sua aparência deve ser produto de sua essência!; 3) Pare de olhar os outros como pessoas coletivas. Aprenda com Deus!

Adriano Moreira

VIVENDO SOB O PROPÓSITO DE DEUS

Jó 23.1-17

Introdução: Deus não é Deus de planos. É Deus de propósitos. Planos têm a ver com futuro, metodologias e sistematizações. Propósitos dizem respeito a processo, alvo, vida e experiência no dia chamado HOJE. Sob seu propósito tenho que saber que:

 

  1. DEUS ESTÁ SEMPRE PRESENTE, MAS NUNCA DISPONÍVEL (vs.1-5, 8-9).
  • Deus não é teu servo; é teu senhor!
  • Por que não encontrá-lo? Deus está presente; não disponível, Jó 9.11; Sl 139.7-12.

 

  1. NÃO VIVO DEBAIXO DE UMA CAUSALIDADE MORAL, MAS SOB UM PROPÓSITO DIVINO (vs.6-7, 10-14).
  • É impossível dizer que todos os maus só são castigados e que todos os bons só são abençoados.
  • Deus sabe quem sou e o que faço, v.10.
  • Preciso saber que vivo sob uma decisão inescrutável de Deus, v.14

 

  1. NÃO TEMER ANTE A INESCRUTÁBIBLIDADE DOS PROPÓSITOS DE DEUS (vs.15-17).
  • Jó confessa não enxergar um palmo diante do nariz, v.17
  • Nosso temor é devido a indisponibilidade de Deus.
  • Medo é anti-fé. É nosso maior inimigo! Sl 56.3
  • Somos desafiados a andar pela fé; não pela ciência.

 

Conclusão: O que fazer para se viver triunfante sob o propósito de Deus? a) Siga seus passos sem se desviar, v.11; b) Obedeça a sua voz sem questionar, v.12; c) Confie no seu propósito sem opinar, v.14.

Adriano Moreira

O JUÍZO TARDA, MAS NÃO FALHA!

Jó 24.1-12

Introdução: A pergunta de todo homem é: Por que Deus não julga imediatamente os maus e perversos? Ainda indagam: Por que Deus não revela o dia do juízo dos ímpios aos justos? Apesar das perguntas, uma certeza é indubitável: O juízo tarda, mas não falha! Ante esta verdade, que cuidados precisamos ter?

  1. 1º CUIDADO: NÃO VIVA NA LEI DE SOBREVIVÊNCIA DO MAIS FORTE (vs.1-12a).
  • Sâo os que “se dão bem” num mundo caído.
  • Vivem de matar, roubar, mentir e trapacear.
  • Vivem de exploração e cobrança.
  1. 2º CUIDADO: NÃO PERMITA QUE SEU SER TRANSFORME-SE EM TREVAS (vs.13-17).
  • Quando nos tornamos praticantes contínuos do mau, o mau torna-se nossa natureza e estado do ser, v.17.
  • Isto torna-nos anti-luz ou seres das trevas, vs.13,16.
  • Passamos como quem não conhece o próprio caminho, v.13.
  1. 3º CUIDADO: ACHAR QUE O JUÍZO TARDIO É SINAL DE APROVAÇÃO DIVINA (vs.18-25).
  • Os olhos de Deus estão em nossos caminhos, v.12b, 23.
  • A superficialidade é passageira, v.18.
  • Nada que é mau permanece, v.20
  • Essa falsa segurança acabará, vs.22,24,25.

 

Conclusão: Viva sob o conselho de Paulo a Timóteo: “Tem cuidado de ti mesmo…”

Adriano Moreira

POR UMA PIEDADE VERDADEIRA

Jó 25.1-6

Introdução: Quando os argumentos teológicos dos “amigos de Jó” terminaram, Bildade apela para uma “piedade irreal”, ou sem resultados. As verdades piedosas apresentadas por Bildade sem relação com a realidade, ou seja, sem causa e efeito, são só argumentos. Portanto, para não cairmos numa piedade falsa e irreal e alcançarmos uma vida verdadeiramente piedosa, precisamos caminhar no chão da verdade. Neste chão há verdades inquestionáveis:

 

  1. DEUS É SENHOR SOBERANO (vs.1-2a).
  • Por isso deve ser temido com amor e obediência.
  • A Ele pertence domínio e poder. Nada acontece sem sua permissão!
  • Ele controla um exército inumerável. Estabelece ordem e paz.

 

  1. A GRAÇA DE DEUS É UMA OFERTA UNIVERSAL (vs.2,5).
  • Aonde a sua luz não chega? Mt 5.45.
  • Não há quem não seja atingido pela graça!
  • A criação é fruto da graça, 1 Pd 1.20; Ap 13.8.

 

  1. TODO HOMEM É UM SER CAÍDO EM SUA NATUREZA (vs.4,6).
  • Nascemos em estado caído, Sl 51.5.
  • Tudo de bom no homem é fruto da graça!
  • Quem possui tal consciência não questiona e nem se vê melhor que Deus.
  • A pergunta é: O que faço com minha natureza pecaminosa? Satisfaço sua vontade ou recebo nova natureza em Cristo mediante a fé?

 

Conclusão: Só se vive piedade verdadeira se caminharmos no chão da verdade!

Adriano Moreira

HÁ MAIS A RESPEITO DE DEUS DO QUE PODEMOS CONHECER

Jó 26.1-14

Introdução: Bildade falou muitas verdades a respeito de Deus no capítulo 25. Apesar de seu conhecimento, faltava-lhe sabedoria. Conhecimento sem sabedoria é catastrófico. Henry observa: “Tudo o que é bom e verdadeiro nem sempre é adequado e apropriado”. A sabedoria que ensina-nos que há mais a respeito de Deus do que se pode conhecer, também nos adverte que:

  1. A SABEDORIA ENSINA TRATAR AS PESSOAS COMO GENTE (vs.1-4).
  • Alguém que se encontrava humilhado, abatido e angustiado de espírito deveria ter sido tratado com graça e misericórdia.
  • A sabedoria nos conduz a bons relacionamentos.
  • Como tratamos as pessoas ao nosso redor?
  • Deus não o havia enviado para dizer tudo aquilo, mas algum outro espírito: o dele mesmo ou um espírito mau!
  1. A SABEDORIA ENSINA QUE DEUS SUSTENTA TODAS AS COISAS PELA PALAVRA DO SEU PODER (vs.5-13).
  • A supremacia de Deus sobre a criação revela sua supremacia sobre qualquer situação.
  • O Deus que é temido no inferno (vs.5,6), que suspende a terra sobre o nada (v.7), que controla o ciclo hidrológico (vs.8,9), que impõe limite aos mares (v.10), que estremece os grandes montes (v.11), que domina monstros marinhos (v.12) e grandes constelações (v.13) não estaria no controle da vida humana?
  • O valor da criação: Mostrar a nossa pequenez. Deixar-nos pasmados diante do grande Criador – Seu poder, sabedoria, majestade e bondade. Nossa dependência, fragilidade e fraqueza. Portanto, submeta-se a Deus em tudo!
  1. A SABEDORIA ENSINA QUE DEUS É INCOMPREENSÍVEL (v.14).
  • Deus é grande, e nós não o compreendemos, Jó 36. 26.
  • Durhan disse: “Deus não pode ser estudado corretamente até que seja considerado incompreensível”, Rm 8.33.
  • Ele é infinito e incompreensível, e nosso entendimento e capacidades são fracos e rasos.
  • Há muitas coisas a respeito de Deus, seus propósitos e métodos que não entendemos.
  • Aqueles que melhor conhecem a Deus são aqueles que sabem que tem muito mais para aprender.

Conclusão: Não viva na certeza de que sabe tudo. Viva na sabedoria de que pouco sabe a respeito de Deus e da vida!

Adriano Moreira

A CONSCIÊNCIA QUE PRECISO TER

Jó 27.1-23

Introdução: Era de se esperar que Zofar respondesse a Jó. No entanto Jó prossegue falando da consciência de si mesmo que ele possuía. Este é o mal que mais destrói o ser humano: falta de consciência de si mesmo. Jó revela que mesmo em uma grande tribulação não devemos perder a consciência. Evangelho é uma renovação da consciência. Quem tem consciência de si mesmo sabe:

  1. CONSCIÊNCIA DE QUEM SOU (vs.1-6).
  • Sou sincero; não sincerista, v.2a, 3-4.
  • Ainda sou autopiedoso, v.2b
  • Ainda não entendo totalmente a justiça de Deus.
  • Não negociarei quem sou. Não violarei minha consciência, vs.5-6.
  • Devemos permanecer pacientemente no caminho da obediência, mesmo que não saibamos aonde isso nos levará.
  • É errado confessarmos quando não somos culpados, admitir o que não fizemos. Isso viola nossa consciência.

  1. HIPOCRISIA É AUSÊNCIA DE CONSCIÊNCIA (vs.7-10).
  • A hipocrisia não é vantajosa!
  • Apenas viva do lado da justiça, v.7
  • O hipócrita não tem esperança, v.8;
  • O hipócrita não tem oração ouvida, v.9;
  • O hipócrita não tem prazer em Deus, v.10.
  • Deleitar-se em Deus e na oração são marcas de um coração verdadeiro. Em que você se deleita?
  • Quando estiver com problemas, não deixe a comunhão com Deus. Ser provado, e ainda permanecer adorando a Deus, é a marca de um coração sincero, não a de um hipócrita.

  1. TODO SER SEM CONSCIÊNCIA JÁ DETERMINOU O SEU FIM (vs.11-23).
  • Quem tem consciência sempre tem o que ensinar, v.11.
  • Um ser sem consciência é um ser vazio e sem conteúdo, v.12. “Aprendem sempre, mas nunca chegam ao conhecimento da verdade”, 2 Tm 3.7.
  • As conseqüências da não consciência virão sobre os filhos, vs.13-15.
  • As conseqüências da não consciência virão sobre os próprios bens, vs.16-18.
  • As conseqüências da não consciência virão sobre si mesmo, vs.19-23.
  • Segundo Henry: “Dinheiro é como adubo, não serve para nada se não for espalhado.”.

Conclusão: Não perca a sua consciência, mesmo em grande tribulação. Caminhe confiando em Deus pela fé, mesmo que o seu mundo desabe! Mantenha a perspectiva. Continue olhando para Cristo e confiando nEle.

Adriano Moreira

A SABEDORIA QUE PRECISAMOS

Jó 28.1-23

Introdução: Neste capítulo temos o melhor de Jó. Ele chega tão perto de uma resposta, quanto um finito mortal pode chegar. Deus tem sábios propósitos que estão além da nossa capacidade de compreensão. Algumas coisas são mantidas em segredo, não nos sendo reveladas nesta vida. Segundo Green: “Há um mistério envolvendo a administração divina que é totalmente impenetrável ao entendimento humano.” Portanto, precisamos saber:

 

  1. A SABEDORIA NÃO PROVÉM DO CONHECIMENTO (vs.1-11).
  • A despeito de toda a nossa habilidade e conhecimento, não sabemos nada a respeito dos grandes temas da vida, a menos que Deus nos ilumine e nos esclareça. “Quem é você?”
  • O conhecimento proveitoso é aquele que nos ensina como devemos viver.

 

  1. A INABILIDADE HUMANA ANTE A SABEDORIA DIVINA (vs.12-22).
  • Você pode cavar fundo o suficiente para encontrar a sabedoria e o conhecimento? vs. 12,20. Henry: “As cavernas da terra podem ser descobertas, mas não os conselhos do céu. Os homens podem mais facilmente vencer as dificuldades que encontram na busca de tesouros terrenos, do que aquelas que encontram para obter sabedoria divina. Eles sofrem muito mais para aprender como viver neste mundo, do que como viver para sempre num mundo melhor.”
  • Sabedoria não está a venda,vs.13-22.
  • Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência! (Cl 2. 3)

 

  1. A SABEDORIA OCULTA E REVELADA DE DEUS (vs.23-28).
  • Ele mantém alguns segredos consigo mesmo! v. 23. Toda sabedoria e entendimento pertencem a Ele.
  • Exemplos da grande sabedoria de Deus: pesar o vento e a água; controlar o ciclo hidrológico, o relâmpago e trovão, vs. 24 -27.
  • As coisas que nos foram reveladas: v. 28, Temer a Deus e apartar-se do mal. Isto é sabedoria!
  • Caminhar na luz que eu tenho, e deixar tudo mais para os sábios propósitos de Deus.

 

Conclusão: Quando a providência de Deus for dolorosa, misteriosa e incompreensível para nós, a atitude mais segura é nos ocuparmos na prática dos deveres santos, ao invés de nos bisbilhotarmos em Seus propósitos secretos, Rm 8. 28; 11. 33.

Adriano Moreira

CINCO SEGREDOS DA MOCIDADE DE JÓ

Jó 29.1-25

Introdução: A vida de uma pessoa que teme ao Senhor é uma vida de segredos (Sl 25.14). Jó na sua mocidade tinha segredos com Deus. Por esta razão, foi aprovado em sofrimento. Para que nossa vida desde jovem seja brilhante precisamos ter segredos com Deus:

  1. O SEGREDO DE UMA VIDA ÍNTIMA COM DEUS (vs.4-6).
  • “… da rocha me corriam ribeiros de azeite”.
  • “… quando a amizade de Deus abençoava a minha casa!”.
  • Jó era amigo de Deus e caminhava com Ele, como Enoque, Gn 5.24.
  • O azeite simboliza o Espírito Santo. Seja cheio do Espírito, At 2.4; Jl 2.28; Ef 5.18.
  • Sem o poder do Espírito Santo não há como ser testemunha do Evangelho, At 1.8.
  1. O SEGREDO DO CONHECIMENTO DA PALAVRA (v.3; 23.12).
  • “… E com a sua luz caminhava pelas trevas”.
  • A Palavra tem poder iluminador, Sl 119.105
  • Não se caminha sem esta luz!
  1. O SEGREDO DE SEU TESTEMUNHO (vs.7-17, 20).
  • “Quando saía para a porta da cidade e na praça fazia preparar a minha cadeira”.
  • Assentado na cadeira à porta da cidade significa testemunho público e reconhecido.
  • Jó fala de seu ser e agir. Nada é mais forte do que a ação. Falação perde ante a ação!
  • Sua ação fala mais que suas palavras!
  1. O SEGREDO DE SUA FIRMEZA (v.19; Pv 12.12)
  • “A minha raiz se estendia junto as águas”.
  • “A raiz do justo produz o seu fruto”.
  • Jó era um justo enraizado na fé, Sl 92.12; 52.8.
  • Você está enraizado?
  1. O SEGREDO DE SUA MENSAGEM (vs.21-25)
  • “Ouvindo-me, esperavam e em silêncio atendiam ao meu conselho”.
  • A mensagem de Jó era validade pela sua vida.
  • Quem é tem o que dizer; é esperado com expectativa; é ouvido com atenção; é seguido sem contestação.
  • Quem é tem espírito motivador – através do sorriso, da presença e da energia.
  • Como tem sido a sua mensagem? Cl 4.6; Jr 1.9.
  • Profetize bênçãos e não maldições!

Conclusão: Ao lembra-se do teu Criador, nos dias da tua mocidade, lembre-se como Jó e tenha segredos significativos com Deus!

Adriano Moreira

QUAL DESTES PERSONAGENS É VOCÊ?

Jó 30.1-31

Introdução: Este é o capítulo em que Jó fala do seu presente com muita tristeza. E descreve figuras que comportaram-se ante a sua calamidade. Nesta descrição, que personagem sou eu?

  1. OS ROEDORES DE RUÍNAS (vs.1,9).
  • Há pessoas que só se sentem bem nas ruínas de seus semelhantes.
  1. OS “SUPERIORES” QUE ASSIM SE SENTEM AOS PRÓPRIOS OLHOS (vs.2-9).
  • O povo sempre se alimenta de imagem e poder.
  • Estes são os “filhos das brechas”. Esperam a oportunidade, em geral a desgraça do próximo para fazerem de suas brechas a porta da “invasão” e a chance do escárnio.

  1. OS CONSPIRADORES INIBIDOS TEMPORARIAMENTE (vs.10-14).
  • São os que mantêm ódio, inveja, rancor inibidos por um tempo, enquanto conspiram uma grande oportunidade de saírem da inibição (Ex: Absalão).

  1. O SENSÍVEL E CONSCIENTE DE SI MESMO E DOS OUTROS (vs.15-31)
  • É o que sabe sentir a própria dor sem ser vencido por ela.
  • É o que sabe sentir a dor do outro e ser cura para o próximo.
  • É o que é salvo de si mesmo pela experiência da dor.
  • Pela ingratidão de muitos ajudados por Jó e pelas muitas reverências não recebidas Deus o salva de si mesmo. Salvo do processo de totemização!
  • Jó estava sofrendo da “Síndrome dos Reverenciados”.
  • Este é o mal que acomete os que vivem em bondade até o dia da calamidade. Não tem do que se arrepender.

Conclusão: Aprendemos neste capítulo algo horrível: ninguém, por melhor e mais consciente que seja, faz o bem apenas e tão somente pelo bem. Isto porque a alma nutre alguma forma de auto-gratificação naquilo que o ser realiza. Aprendemos neste capítulo algo maravilhoso: pela desGraça graciosamente Deus salvou Jó de Jó, seu pior inimigo.

Adriano Moreira