QUANDO A RELIGIÃO VALE MAIS QUE A VIDA

Jo 5.9-18

Introdução: Deus não nos chamou para nada que não seja vida. Jesus declarou-se ser a Vida. Por isso, a verdadeira religião é a da Vida. Neste episódio relatado por João vemos os desdobramentos de uma religião que não promove a Vida.

 

  1. COISAS VALEM MAIS DO QUE PESSOAS (v.10)
  • Eles se preocuparam com uma cama que estava sendo carregada, mas não celebrava o fato de um paralítico poder carregá-la.
  • Para eles a guarda do sábado era mais importante do que a cura de uma vida.

 

  1. OS MÉTODOS VALEM MAIS DO QUE OS RESULTADOS (vs.11-13)
  • Aqui não se trata de “os fins justificarem os meios”., mas de métodos que se tornam mais importantes que o bem da vida.
  • Neste caso, o dia em que o milagre aconteceu era mais importante do que o próprio milagre.
  • Desde que gere vida, não importam os meios. Até por que, só o amor é capaz de gerar vida.
  • Amor se justifica sempre.

 

  1. A PROPAGANDA VALE MAIS QUE A DISCRIÇÃO (vs.13,15)
  • Ao contrário dos movimentos religiosos hodiernos, Jesus não fez autopromoção de si mesmo, mas ausentou-se por causa da multidão.
  • A espiritualidade que produz vida prima pela discrição.
  • Em Jesus não havia propaganda de nada.

 

  1. O EXTERIOR TEM MAIS IMPORTÂNCIA QUE O INTERIOR (v.14)
    • Jesus sabia que a causa daquela enfermidade era o pecado daquele homem. Por isso o adverte a não pecar mais.
    • Tanto Jesus não expôs a situação do homem, como deixou para tratá-la no momento certo.
    • Ao contrário da religião; que tanto expõe a vergonha humana, como dá mais importância ao exterior.
  2. AS LEIS HUMANAS VALEM MAIS DO QUE AS DIVINAS (vs.16-18)
    • Jesus faz a declaração de que o Pai sempre trabalhou produzindo vida, por isso ele também trabalhava produzindo vida.
    • Na religião, seguir aos homens é mais importante que seguir a Deus.

CONCLUSÃO: O homem não precisa de religião, o homem precisa de vida. Só Jesus é a Vida!

Adriano Moreira

O TRABALHO QUE PRODUZ VIDA

Jo 5.18-30

Introdução: Este é o contexto onde Jesus afirma que Ele e o Pai sempre estiveram ocupados na produção do dom da vida. Daí o que se afirma é que o trabalho que produz vida é:

  1. OBRA DO PAI E DO FILHO (vs.19-20)
  • Jesus afirmou que “o Pai trabalha até agora e eu trabalho também”.
  1. REAVIVAMENTO A TUDO O QUE ESTÁ MORTO (vs.21,25,26)
  • O que Jesus afirma é que o que está morto receberia vida.
  1. ESCATOLÓGICAMENTE VIDA E MORTE (vs.22-30)
  • Vida para os que crêem.
  • Morte para os que não crerem.
  • Vida esta só possível pela fé.
  • O juízo aqui descrito é escatológico e justo.

CONCLUSÃO: Deus é aquele que trabalha pela vida!

Adriano Moreira

A DOR QUE PRODUZ O BEM EM NÓS

Jo 5.1-9

Introdução: Este capítulo pode ser dividido em cinco partes distintas: Dos vs.1 a 5, temos o cenário do milagre; dos vs.6 a 9b, temos o comentário do sinal; dos vs. 9c a 18, temos o diálogo entre o curado, os líderes judeus e Jesus; dos vs. 19 a 30, temos o primeiro discurso interpretativo do milagre; e dos vs. 31 a 47 o segundo discurso. É impressionante perceber como a dor pode gerar um benefício enorme no coração humano. Visto que neste mundo caído a única via de maturidade e crescimento é a da dor. O Evangelho ensina-nos a lidar com a dor como uma geradora de benefícios em nós. Tais, como:

  1. A DOR QUE PRODUZ FÉ (v.7)
  • Ele creu no impossível: 1) No movimento das águas (uma superstição talvez); 2) Ser lançado por alguém na água.
  • A dor é capaz de gerar uma fé inexplicável a razão humana.
  • Quando se crê no milagre, mesmo que não acontecça como esperamos, ele acontece.

  1. A DOR QUE PRODUZ PERSEVERANÇA (v.5)
  • Este homem perseverou em freqüentar aquele lugar todos os dias.
  • Ele insistiu em ficar ali, mesmo que outros chegassem primeiro.
  • A dor é capaz de nos fazer insistir na possibilidade de mudança.

  1. A DOR QUE PRODUZ ESPERANÇA (v.52)
  • Este homem encontrava-se enfermo por 38 anos, mas ainda esperava por sua hora.
  • Quando há esperança o tempo passa de modo que não se percebe.
  • A esperança só olha para frente; nunca para trás.

  1. A DOR QUE PRODUZ VIDA (v.9)
    • Aquele homem em obediência a Palavra de Jesus recebeu cura e vida.
    • Na dor é possível ser profundamente conscientizado do valor e do sentido da vida.

CONCLUSÃO: Pode ser que você esteja passando por algum momento de dor, mas saiba que ela pode ser produtiva de bens invisíveis e eternos para sua vida. Deixe que esta dor produza um bem em você.

Adriano Moreira

AS TESTEMUNHAS DA VIDA

Jo 5.31-47

Introdução: Jesus evoca no contexto da discussão sobre a cura do paralítico o testemunho de que Ele é a Vida, e que, como tal, nunca descansou. Daí ele introduz a fala dizendo que se ele mesmo desse testemunho de si mesmo este testemunho não seria verdadeiro. Por isso Ele evoca suas testemunhas, que são as testemunhas da vida:

 

  1. JOÃO BATISTA (vs.31-36)
  • Apesar de Deus não precisar do testemunho dos homens para validar a verdade, o testemunho dos homens serve-nos como evidências inegáveis.

 

  1. AS OBRAS DO PAI (v.36)
  • O grande amor sacrificial de Jesus soava como a maior testemunha a seu favor, Rm 8.5.

 

  1. O PRÓPRIO PAI (v.37)
  • Em duas ocasiões especiais o Pai testemunhou do filho: no batismo e na transfiguração.

 

  1. AS ESCRITURAS (vs.38,39,46)
    • A palavra não estava neles. Por isso não criam nEle
    • Eles não criam em Jesus como a Vida de Deus, pois não buscavam a Deus e a sua glória, mas a sua própria.

 

  1. MOISÉS (vs.45-47)
    • Moisés escreveu sobre Jesus.
    • Crer em Moisés significava crer na vida, que é Jesus.
    • Eles na verdade eram incrédulos acerca de Jesus, vs.38,39.

 

CONCLUSÃO: Diante de tantas testemunhas é inegável a veracidade do dom da vida.

Adriano Moreira

O MILAGRE DA GENEROSIDADE

Jo 6.1-15

Introdução: Num contexto onde se propaga milagres aos cachos nos programas televangelísticos, ainda há milagres dos quais raramente se vêem. Só o surgimento deles em si já é um milagre. Na narrativa joanina da multiplicação dos pães, único milagre público registrado pelos quatro evangelistas (Mt 14.13-21; Mc 6.32-44; Lc 9.10-17), aprendemos sobre o milagre da generosidade:

  1. O CONTEXTO DO MILAGRE (vs.1-4)
  • “Depois disto” (v.1) faz a transição do cap. 5, onde a geografia é Jerusalém, para o cap. 6, onde a geografia é a Galiléia, as margens do mar. Lucas identifica a cidade de Betsaida (Lc 9.10)
  • Toda generosidade acontece num contexto de necessidade real.
  • A generosidade precisa discernir as reais necessidades, v.2

  1. A NECESSIDADE DO MILAGRE (vs.5-6)
  • A generosidade é espontânea diante das necessidades. João é o único que diz que Jesus é quem se dirige a Filipe mandando-lhe providenciar comida. Os outros dizem que os discípulos lhe solicitaram que despedisse o povo.
  • A generosidade é perceptível as necessidades dos outros. Jesus “viu”.
  • A generosidade é estratégica no suprimento das necessidades. Jesus “bem sabia o que havia de fazer”.

  1. OS INSTRUMENTOS DO MILAGRE (vs.7-13)
  • O milagre da generosidade precisa de percepção espiritual, v.7: Filipe e André olham apenas para os recursos humanos.
  • O milagre da generosidade precisa de um coração voluntário, v.9: A despeito da imperceptibilidade dos discípulos, um menino oferece a sua provisão para a solução do problema.
  • O milagre da generosidade precisa do mínimo que possuímos, v.9: O menino oferece a única coisa que tinha (pães de cevada).
  • O milagre da generosidade precisa de fé na providência divina, v.11: O menino demonstra mais fé na provisão divina do que os discípulos.
  • O milagre da generosidade precisa de cooperatividade e ordem, v.10-13: Foi preciso a cooperação dos discípulos na distribuição e da organização da multidão no recebimento da alimentação

  1. OS PERIGOS DO MILAGRE (vs.14-15)
    • A generosidade pode ser perigosa quando sua motivação não for o amor. Há quem se promova no exercício da generosidade.
    • A generosidade não tem como objetivo promover ninguém, v.15.
    • Jesus rejeita os judeus porque a idéia que eles têm de reino é radicalmente oposto ao inaugurado por Jesus.

CONCLUSÃO: Algumas recomendações: 1) Seja mais perceptível a necessidade alheia; 2) Creia no poder divino de operar a partir do nada; 3) Nunca deixe a generosidade te conduzir ao abismo.

Adriano Moreira

SIRVA A DEUS POR DEUS

Jo 6.22-59

Introdução: Jesus atravessa o mar e vai para a sinagoga de Cafarnaum. Lá é encontrado pela multidão que atravessa o mar da Galiléia em busca de milagres e inicia um discurso revelador. Neste discurso aprendemos que:

  1. DEUS SABE COM QUE MOTIVAÇÕES NOS APROXIMAMOS DELE (v.26)
  • Deus conhece os corações e as reais intenções dele.
  1. DEUS NOS EXORTA A BUSCARMOS O IMPERECÍVEL (vs.27, 32-35, 49)
  • Enquanto eles buscavam o pão que perece Jesus lhes estimula a buscar o Pão que desceu dos céus.
  1. JESUS NOS EXORTA CRER NELE COMO EVIDÊNCIA DA OBRA DELE EM NÓS E POR NÓS (vs.28,29,36,47,50-59)
  • Somos convidados a crer no que Deus fez por nós e em nós por Cristo Jesus.
  1. JESUS AFIRMA QUE OS QUE SÃO DELE, JAMAIS SERÃO REJEITADOS (vs.37-40,44)
    • A afirmativa de Jesus é de que os dele o Pai trouxe e jamais se perderão.

CONCLUSÃO: Precisamos com urgência reavaliarmos nossas verdadeiras motivações de servir ao Senhor.

Adriano Moreira

SER DISCÍPULO DE JESUS

Jo 6.60-71

Introdução: Após o milagre da multiplicação dos pães, ele inicia na sinagoga de Cafarnaum um duro discurso sobre o verdadeiro motivo de segui-lo. Neste discurso encontramos algumas verdades sobre significado de SER discípulo de Jesus. Ei-las:

  1. SER DISCÍPULO É SABER QUE A MENSAGEM DA CRUZ É LOUCURA (vs.60-61)
  • Significa não se escandalizar com a mensagem do Evangelho, conforme Paulo diz em 1 Co 1.18,21,23.
  • Isto significa dizer que há “discípulos” e discípulos.
  • Aos que ainda não entenderam que a mensagem do Evangelho é uma contra proposta ao sistema deste mundo há de se escandalizar.
  1. SER DISCÍPULO É SABER QUE A PROPOSTA DO CAMINHO VAI PARA ALÉM DAS FRONTERIAS DO AQUI E AGORA (v.62)
  • Enquanto a maioria pensava apenas em suprir necessidades imediatas, Jesus os aponta a ascensão.
  • A proposta de seguir Jesus transcende nossa perspectiva básica, histórica, terrena e existencial.
  • Ser discípulo é caminhar para a eternidade.
  1. SER DISCÍPULO É SABER QUE DEUS SABE OS QUE SÃO DELE (vs.63-65)
  • Jesus afirma que há uma diferença radical entre o espiritual e o carnal, v.63.
  • Ele sabia quem caminhava com fé na Palavra da Vida, v.64a.
  • Ele também sabia quem seria seu traidor, vs.64b, 70,71. Portanto, ser discípulo é saber que Deus sabe!
  • Ele ainda afirma que os dEle o Pai é quem os trás, v.65.
  1. SER DISCÍPULO É TER A CHANCE DE ESCOLHER COM CONSCIÊNCIA A VIDA ETERNA (vs.66-71)
    • Haverá sempre a liberdade de se abandonar o discipulado, v.66.
    • Jesus nunca fez questão de seguidores e adeptos, mas de discípulos, v.67.
    • Seguir Jesus significa ter a certeza de quem se está seguindo, vs.69.
    • Judas, apesar de Jesus saber que ele o trairia, foi chamado como um dos doze e separado como tesoureiro do grupo, como sinal da graça divina que o possibilitou escolher e decidir pela vida eterna ou não, vs.70,71.
    • Seguir Jesus significa ter a certeza de que só Ele tem a Palavra de Vida Eterna, vs.68,69.

CONCLUSÃO: O discipulado é um convite a seguir os passos de Jesus! Ele disse: “se alguém quiser… venha”. O convite está feito!

Adriano Moreira

UM SERVO SEMELHANTE A JESUS

Jo 7.1-13

Introdução: É comum encontrarmos atualmente pessoas dos mais variados títulos sacerdotais (pastor, bispo, etc.) proclamando-se ministros de Deus. Intitulando-se chamados por Deus e tendo recebido um ministério de Deus. Mas o que é servir realmente a Deus? Nosso padrão é Jesus. Só olhando para ele podemos obter esta resposta.

O ambiente da narrativa tem como pano de fundo a Festa dos Tabernáculos observada no sétimo mês (set/out). Tornou-se a mais importante de todas as festas judaicas nos dias de Jesus; mas do que a Páscoa e o dia da Expiação. É neste contexto que antecede o discurso que Jesus faz no templo que vejo o padrão de como servir semelhante a Jesus. Um servo semelhante a Jesus…

  1. DEVE ESTAR CONSCIENTE E PREVIDENTE ACERCA DOS PERIGOS IMPOSTOS PELO MINISTÉRIO (vs.1,8)
  • Ao tempo que devemos temer somente a Deus, devemos agir de modo a não tentar ao Senhor.
  • Jesus recusa ir quando é convidado; mas vai a oculto.
  1. DEVE ESTAR CONVICTO DE QUE NÃO FOI CHAMADO PARA A FAMA (vs.3,4)
  • Neste conselho dos irmãos está implícita a noção de que se ele quer recrutar discípulos deveria buscar realizar sinais publicamente.
  • Desde o início de seu ministério Jesus procurou ocultar-se.
  1. DEVE ESTAR PREPARADO PARA ENFRENTAR A INCREDULIDADE DE MUITOS (vs.5,12)
  • Jesus teve que lidar com a incredulidade dos próprios irmãos.
  • Jesus teve que lidar com o espírito homicida dos judeus, v.1.
  • Jesus teve que lidar com a murmuração da multidão, v.12.
  1. DEVE SER CAPAZ DE DISCERNIR TEMPOS E OPORTUNIDADES (vs.6-8)
    • Um vocacionado sem capacitação de discernimento de tempos e estações será um desastre no seu ministério.

CONCLUSÃO: O único serviço que serve é aquele que tem semelhança com Jesus.

Adriano Moreira

A DOUTRINA DE JESUS

Jo 7.14-36

Introdução: O ensino de Jesus tinha como base três verdades:

1. TEM ORIGEM NA EXPERIÊNCIA DA REVELAÇÃO (vs.14-18)
• Por isso independia de professores e mestres.
• Aprende-se na prática e na entrega confiante a Deus.
• Tem sua autoridade no testemunho de Deus, vs.28, 29.

  1. ERA MOTIVO DE INCÔMODO PARA AS AUTORIDADES RELIGIOSAS (vs.19-29)
    • Não apoiava os interesses religiosos de seus dias, VS.21,23.
    • Seu ensino incomodava aos religiosos, v.21.
    • Este incômodo incitava-os a matá-lo, vs.19,25,32.
    • O juízo deles era segundo a aparência, vs.24,27.
  2. ERA A SUA PRÓPRIA MISSÃO (vs.30,31-36)
  • Sua doutrina era a sua missão.
    • Sua missão era entregar-se por amor de muitos.
    • Ele era a própria mensagem que pregava.
    • Muitos que diziam crer nEle, não o haviam entendido.CONCLUSÃO: O único serviço que serve é aquele que tem semelhança com Jesus.

    Adriano Moreira

UM CONVITE IRRECUSÁVEL

Jo 7.37-52

Introdução: A água era um dos grandes temas da festa dos tabernáculos porque no último dia da festa os sacerdotes conduziam uma procissão que levava água do tanque de Siloé, percorrendo sete voltas em torno do altar antes de derramá-la pelos funis do altar. A água corria do altar até ao vale de Cedrom e chegava ao mar Morto simbolizando a vinda do Espírito e a salvação de Deus. É neste contexto que Jesus faz um convite irrecusável. O que o torna irrecusável?

  1. A INDIVIDUALIDADE DO CONVITE (v.37)
  • “Se alguém… venha a mim”.
  • Isto significa que o convite é de caráter pessoal, individual e intransferível.
  • Todo convite de Deus apela para a decisão pessoal e responsável do homem.
  1. A CONSCIENCIBIBLIDADE DO CONVITE (v.37)
  • “Se alguém tem sede…”. Isto fala de consciência da necessidade e sede de Deus.
  • Só se busca salvação após a consciência de se estar perdido.
  1. A TRANSCENDENTABIBLIDADE DO CONVITE (vs.38,39)
  • Três coisas são enfatizadas aqui:
  • O convite só pode ser aceito como um ato de fé.
  • A fé exigida para se aceitar o convite é segundo as Escrituras.
  • Ao se crer e aceitar o convite se transformará numa fonte de vida no Espírito.
  1. A INCOMPREENSIBIBLIDADE DO CONVITE (vs.40-49)
    • A primeira manifestação incompreensível ao convite foi produzir quatro reações distintas: Os que o viram somente como profeta (v.40); os que o viram somente como Messias (v.41); os que queriam prendê-lo (v.44); e os que achavam que o Messias viria de Belém (vs.41, 42).
    • A segunda manifestação incompreensível ao convite foi uma grande confusão no meio do povo (vs.43).
    • A terceira manifestação incompreensível ao convite foi a admiração dos servidores dos sacerdotes (vs.44-48).
    • A quarta manifestação incompreensível ao convite foi a atitude preconceituosa dos fariseus (VS.49-52).

CONCLUSÃO: Hoje, se ouvires a voz do Espírito, não endureçais os vossos corações”!

Adriano Moreira